Gestão Wilson Lima reduz em mais de 96% a criminalidade nas rotas do Distrito Industrial

Pré-candidato ao Senado atribui resultado à modernização da segurança pública e contrapõe modelo implantado em sua gestão ao antigo Ronda no Bairro

Gestão Wilson Lima reduz em mais de 96% a criminalidade nas rotas do Distrito Industrial Foto: Divulgação Notícia do dia 20/07/2026

O pré-candidato ao Senado Wilson Lima destacou, nesta quinta-feira (16/07), que os investimentos em tecnologia, inteligência e modernização das forças de segurança realizados durante sua gestão reduziram em mais de 96% os roubos às rotas do Distrito Industrial, na comparação com o período anterior ao início de seu governo. Durante entrevista ao podcast JC às 15h, do Jornal do Commercio, Wilson afirmou que o resultado é fruto da integração entre as forças de segurança e da parceria construída com as indústrias para proteger os trabalhadores que se deslocam diariamente ao Polo Industrial.

 

“Veja os números antes de 2019 e compara com os números atuais. Tivemos reduções de homicídios, roubos e furtos em ônibus dos transporte coletivo. Aliás, no Distrito Industrial, nós fizemos uma parceria importante com as indústrias e praticamente zeramos os roubos. Imagina a eficiência que isso tem trazido e a tranquilidade que tem levado para a população”, afirmou Wilson Lima.

 

Antes do início da gestão Wilson Lima, em 2018, foram registrados 107 roubos às rotas do Distrito Industrial. Em 2025, esse número caiu para quatro ocorrências.

 

Segundo o pré-candidato, a redução dos roubos nas rotas do Distrito Industrial é um dos principais exemplos da transformação promovida na segurança pública a partir de 2019, com investimentos em tecnologia, inteligência policial e integração das forças de segurança. Wilson também citou a queda dos homicídios, dos roubos e furtos no transporte coletivo e dos roubos de celulares como resultados desse processo de modernização.

 

Durante a entrevista, Wilson Lima comparou o modelo implantado em sua gestão com o Ronda no Bairro, adotado por governos anteriores. Para ele, o programa não conseguiu acompanhar as mudanças na dinâmica da criminalidade e acabou se resumindo a uma ação de marketing, sem resultados capazes de garantir sua continuidade.

 

“É preciso entender que o mundo mudou e que as coisas se modernizaram. Os programas criados lá atrás nem de longe atendem à realidade de hoje. Foi exatamente por isso que o Ronda no Bairro não deu certo e não passou de uma estratégia de marketing. Se ele fosse bom, estaria funcionando até hoje”, declarou.

 

Entre as ferramentas implementadas durante sua gestão, Wilson destacou o Sistema Paredão, composto por mais de 650 câmeras inteligentes de leitura de placas e equipamentos de reconhecimento facial instalados em pontos estratégicos de Manaus. Segundo ele, atualmente, cerca de 90% dos inquéritos da Polícia Civil contam com alguma informação obtida por meio da plataforma.

 

“O crime se movimenta sobre rodas. O bandido que vai praticar um assalto, um assassinato ou atuar no tráfico utiliza uma motocicleta ou um carro. Não há um veículo envolvido em crime que se movimente em Manaus sem ser captado pelas câmeras do Paredão. Isso é tecnologia de ponta”, ressaltou.

 

Wilson Lima também citou o RecuperaFone como exemplo de estratégia que ajudou a enfrentar o roubo de celulares. Conforme destacou, em 2022, Manaus figurava entre as cidades com maior incidência desse tipo de crime no país e, após as ações implementadas, passou a ocupar a 24ª posição no levantamento mais recente mencionado durante a entrevista.

 

Ao falar sobre os projetos que pretende defender no Senado, Wilson afirmou que levará ao Congresso Nacional uma agenda voltada ao fortalecimento da segurança pública, incluindo a criação de uma Polícia Nacional de Fronteira, a redução da maioridade penal e a castração química para condenados por estupro e pedofilia.
O pré-candidato também reafirmou que será um guardião da Zona Franca de Manaus, atuando pela proteção do modelo econômico, pela segurança jurídica das empresas e pela preservação dos empregos gerados no Polo Industrial.