Foto: Arquivo SEMPA
Notícia do dia 20/05/2026
Como parte das políticas públicas para incentivar e fortalecer o setor primário, a Prefeitura de Parintins, por meio da Secretaria Municipal de Produção e Abastecimento (SEMPA), realiza nesta quinta-feira, dia 21, o Segundo Dia de Campo da Meliponicultura, criação de abelhas sem ferrão para produção de mel.
Será um dia de atividades voltadas para orientação, assistência, apoio e incentivo ao meliponicultor, criador de abelhas sem ferrão. O trabalho será desenvolvido no meliponário Blanco Pardo, localizado na rua Santo Antônio, S/N, bairro Pascoal Allágio, a partir das 7:30h.

“Esse segundo dia de campo da meliponicultura aqui em Parintins é uma iniciativa da Prefeitura de Parintins como fortalecimento dessa cadeia produtiva. É uma política pública que o prefeito Mateus Assayag vem incentivando. Vai ser um momento de disseminação de conhecimentos técnicos e científicos sobre a criação de abelhas, incentivando o fortalecimento da atividade e a valorização dos produtos do nosso município”, esclarece a subsecretária da SEMPA, Rafaela Figueiredo.
Além do atendimento ao meliponicultor, serão realizadas duas palestras. A primeira é intitulada “Serviço de Inspeção Municipal (SIM), Avanços para a Meliponicultura Parintinense”, ministrada pela veterinária e coordenadora do SIM, Huanna Azêdo Pontes.

A segunda palestra e atividade de campo será “Manejo Produtivo e Qualidade dos Produtos da Meliponicultura”, coordenada pelo professor do IFAM, Elias Santos da Costa. Para encerrar a programação, a subsecretária municipal de produção e abastecimento, engenheira agrônoma Rafaela Figueiredo, vai apresentar ações, dados e demais iniciativas da SEMPA voltadas para a Meliponicultura em Parintins.
“O objetivo é trazer para os meliponicultores e interessados na atividade de criação de abelhas, pontos específicos de apoio, por exemplo, a respeito da legislação ambiental, da legislação sanitária, para que a gente possa avançar na meliponicultura. Todos os anos nós fazemos essa reunião para avaliar como está o desempenho da meliponicultura, pontos que precisamos melhorar”, explica o zootecnista da SEMPA, Carlos Alexandre Góes.
