Valdenor Cardoso
Notícia do dia 11/05/2020
O parintinense Valdenor Pontes Cardoso é o novo diretor-presidente do Instituto de Desenvolvimento do Amazonas (Idam) a partir desta seginda-feira, 11 de maio. A nomeação feita pelo governador Wilson Lima (PSC) está publicada no diário oficial desde sábado, dia 09 de maio.
Valdenor entra no lugar de Eda Maria Oliva Souza, que foi exonerada. Eda é mãe do Deputado Federal Delegado Pablo Olivar (PSL)
Engenheiro agrônomo, Valdenor Cardoso é parintinense, já foi deputado estadual na década de 90, atuou na Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira - CEPLAC, órgão do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, foi secretário de produção rural e Secretário Executivo da Secretaria de Estado e Fazenda SEFAZ. Também foi secretário Municipal de Parintins, na gestão do ex-prefeito Raimundo Reis Ferreira.
Valdenor, chamado pelos conterrâneos de Valdenor Boretama o Bolacha conhece profundamente os desafios do setor primário no Amazonas. Em contato com a coluna do Poder/Koiote do site ParintinsAmazonas disse que chegou para somar ao Sistema SEPROR, que tem a frente o secretário Petrucio Magalhães, comandado pelo Governador Wilson Lima.
Valdenor vai atuar com a equipe IDAM e com técnicos do governo estadual, junto de outros órgãos federais e estaduais bancários sobre a necessidade do destravamento das dificuldades para liberar o Crédito Rural. “Expectativa, eu diria emergencial, é focar objetivamente no destravamento das dificuldades para liberar o Crédito Rural. Temos dinheiro, tem terra, tem mão de obra, tem mercado consumidor. Mas, não se consegue liberar o Crédito Rural. E cobra-se que haja produção. Quando não tacham o Produtor, preconceituosamente, de preguiçoso. Já sabemos quais são os impedimentos diversos, vamos conversar com as instituições diversas reguladoras, e pactuar ajustes, de sorte a liberar o maior volume de crédito possível para o Produtor rural” explica.
Na ideia de Valdenor, após liberado o crédito, é momento de pensar no escoamento e na comercialização da produção e continuar as ações ordinárias do IDAM que já estão planejadas.
Na avaliação dele o momento da crise na saúde e política provocada pela pandemia no Brasil é um desafio a ser vencido todos unidos. “Tempo de pandemia, diga-se: angústia, dor, tormenta, temor, incertezas. Veja, nos grandes centros estamos nessa situação. No Rural não é diferente, mais graves por falta de informação e de assistência. O único fator favorável é a disponibilidade de peixe, caça, e farinha”, diz,
Hudson Lima Koiote
(92) 991542015